PROJETOS
REALIZADOS

Ao longo dos últimos anos tive a oportunidade de liderar e contribuir com diversos projetos que tenho orgulho pelo real impacto gerado na vida de muitas pessoas.

2019/2021

Profissionalmente, atuei pela aprovação de projetos de lei e propostas de emenda constitucional na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Esse trabalho foi desempenhado por meio da Sociedade Civil Organizada, em uma organização do 3º setor (sem fins lucrativos) de modo a apresentar dados e evidências a parlamentares e suas assessorias a fim de influenciar a tomada de decisão.

A seguir, algumas das propostas legislativas que tive a oportunidade de acompanhar e contribuir com suas aprovações ao longo de seus processos de tramitação:

– Reforma da Previdência (em vigor)
– Marco Legal do Saneamento Básico (em vigor)
– Autonomia do Banco Central (em vigor)
– Lei do Gás Natural (em vigor)
– Marco Legal das Ferrovias (em vigor)
– Fim dos Supersalários (aguarda votação no Senado)

Todas as proposições focadas em garantir sustentabilidade econômica e fiscal além de impulsionar o desenvolvimento econômico do nosso país.

2017

Em 2016, a Fundação de Apoio a Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) abriu um edital para apoiar Startups através de subvenção econômica, o que na prática significa transferir recursos financeiros para incentivar a estruturação do modelo de negócios dessas empresas. A seleção ocorreu, os contratos foram assinados, e meses depois – já no ano de 2017 – o governo percebeu que não existia uma legislação distrital específica que permitisse o repasse dos recursos.

Em contato com amigos que faziam parte das empresas selecionadas, entrei em campo ao lado deles para influenciar a decisão dos Deputados Distritais na aprovação de um projeto de lei enviado pelo Poder Executivo (tendo em vista que a prerrogativa de uma legislação como essa precisava partir do Governo).

Em uma atuação de advocacy, nos reunimos com diversos parlamentares e suas assessorias para trazer dados e argumentos sobre a necessidade de uma rápida aprovação para essa legislação. Após este ponto, em menos de um mês a situação foi resolvida a as Startups puderam começar a receber os recursos prometidos.

A nova lei viabilizou não apenas este primeiro edital, mas todos os outros que foram realizados pela FAP nos anos seguintes com o mesmo objetivo.

2013/2016

Durante aproximadamente 4 anos, tramitou no Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL) com o objetivo de regulamentar a criação e o funcionamento das Empresas Juniores no Brasil. Apresentado no Senado Federal ainda em 2012, pude acompanhar reuniões e ajudar em ações com o objetivo de informar os parlamentares e suas assessorias sobre a importância deste projeto enquanto integrante do Movimento Empresa Júnior (MEJ).

A liderança dessa atuação sempre esteve a cargo da Brasil Júnior, a Confederação Brasileira de Empresas Juniores, mas mesmo depois de ter saído do MEJ e de ter me tornado ex-aluno da Universidade, fiz questão de continuar contribuindo com as diversas etapas de aprovação do PL.

Foram diversas reuniões com parlamentares e suas equipes, pedidos de apoios por meio de vídeos e depoimentos, participação em audiência pública, uma série de atividades que culminou com a aprovação e sanção da Lei nº 13267 de 6 de abril de 2016. Um marco legal fundamental para a história do movimento que pude colaborar. Essa foi minha primeira experiência na área de relações governamentais e ocorreu de modo totalmente voluntário.

2012/2013

O CIEE é a principal agência de estágios em Brasília, responsável por intermediar a imensa maioria das oportunidades para estudantes de graduação. Para um aluno estagiar, existe uma série de etapas burocráticas que devem ser cumpridas e, na época, era necessário resolver essas questões na sede principal do CIEE DF, localizada no Sudoeste.

Apesar de o CEUB e a Católica possuírem postos do CIEE dentro de suas instituições, o mesmo não ocorria na UnB. Ir até o Sudoeste era uma dificuldade para todos os estudantes que faziam uso do transporte público, pois é um bairro com paradas de ônibus distantes de seu centro.

Diante dessa realidade, como Coordenador-Geral do DCE da UnB, entrei em contato com o CIEE e com a Reitoria da Universidade com o objetivo de estabelecer uma sede dentro do nosso principal Campus, o Darcy Ribeiro, na Asa Norte. Um benefício que serviria para todos os alunos da Universidade, pois através dos ônibus “intercampi” os alunos dos Campi de Ceilândia, Planaltina e do Gama poderiam ir até a Asa Norte com facilidade.

Através de muito diálogo, consolidamos esse projeto e inauguramos o posto do CIEE na UnB. Desde então, mais de 10 mil contratos de estágio já foram assinados neste espaço. Uma iniciativa que trouxe praticidade, facilidade e agilidade para todas essas pessoas ao longo dos últimos 8 anos.

Todo início de semestre os estudantes da UnB precisavam disputar filas intermináveis no posto do DFTRANS localizado próximo à Galeria dos Estados para ter direito ao Passe Livre Estudantil. Tendo em vista que a gratuidade é custeada pelo governo, o aluno precisava apresentar documentos comprovando sua matrícula, os dias e horários que possuía aulas e seu local de residência.

Como este era o único local de atendimento, os 12 mil alunos da UnB cadastrados para receber o benefício competiam com todos os demais estudantes do DF, sejam eles de escolas públicas ou privadas, do ensino fundamental, médio ou superior. A consequência era evidente: diversas horas perdidas, muitos estudantes acabavam perdendo aulas e outros tantos madrugavam para conseguir resolver sua situação – que nem sempre era concluída na primeira tentativa.

Diante dessa realidade, como Coordenador-Geral do DCE, propus à Direção do DFTRANS a criação de um Posto Fixo dentro do principal Campus da UnB com o objetivo de facilitar a vida não apenas dos estudantes da Universidade, mas de todos os demais alunos do DF, que parariam de “competir” espaço na fila de atendimento com os 12 mil da UnB.

Em contato com a Reitoria da UnB, liberamos uma sala de aula bem localizada para cumprir essa função. Somente nas duas primeiras semanas de aula do semestre em que este Posto Fixo foi inaugurado, mais de 4 mil alunos regularizaram seus cadastros!

E para os demais Campi da UnB (Gama, Planaltina e Ceilândia) organizamos um ônibus de atendimento que passava uma semana em cada local, de modo que sorteávamos a ordem de atendimento a cada novo semestre.

O impacto foi direto na vida de dezenas de milhares de pessoas!

Além de ter sido Coordenador-Geral do DCE, participei ativamente do Movimento Empresa Júnior. Pude ser Presidente da Empresa Júnior do meu curso (Concreta) e Conselheiro da Federação de Empresas Juniores do DF (Concentro). Apesar da relevância dessas organizações na formação dos estudantes, elas não possuíam um vínculo seguro do ponto de vista jurídico com a Universidade e seus participantes praticamente não recebiam nenhum tipo de valorização.

Em diálogo com a Reitoria da UnB, estruturamos o projeto que oficializava as Empresas Juniores como atividade de Extensão da Universidade. O projeto foi aprovado na Câmara de Extensão e pôs fim a um antigo debate superficial que questionava se a prestação de serviços (sem fins lucrativos) por parte de estudantes poderia ser considerada como um dos três pilares fundamentais das Universidades Públicas brasileiras, sustentadas sobre o tripé do ensino, da pesquisa e da extensão.

Desde então, a segurança jurídica foi garantida às Empresas Juniores e os seus integrantes passaram a poder receber créditos de extensão que auxiliam na conclusão de seus cursos de graduação – um verdadeiro incentivo para aqueles que contribuem com suas EJs. Milhares de pessoas puderam se beneficiar dessa decisão ao longo dos últimos nove anos.

Este é apenas um resumo de alguns dos projetos que tive a oportunidade de contribuir ao longo desses 10 anos de atuação política. Com essas experiências e o preparo obtido ao longo desta trajetória, poderemos fazer muito mais em um mandato comprometido com a nossa cidade, com o nosso Distrito Federal!

“SEGUIMOS EM FRENTE
POR BRASÍLIA!